Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

domingo, 24 de junho de 2012

O bonzinho confundido com o que ama

O maior exemplo deste equívoco está exatamente na mania que as pessoas têm em achar que a simples ação de se fazer de bonzinho, necessariamente está tendo uma atitude de amor. É aí que você encontra os diversos exemplos:
         - “Eu te amo, minha queridinha. Você é a coisa mais importante da minha vida”.
         - “Você deve utilizar-se de termos mais doces e mais suaves para com as pessoas”
         - “Eu amo o meu povo e o meu mandato é exercido em função dele”.
         - “Eu amo o meu marido, não quero saber nem de olhar para outro homem”.
         - “Eu amo Jesus e minha vida está entregue a ele”.
E nessa onda os assassinos fanáticos do futebol vão dizendo que amam os seus clubes, os assassinos da Al-Qaeda vão dizendo que amam Alá, os hipócritas das religiões vivem pregando o “amor” ao próximo e a banalidade do amor não tem limites.
A turma dos “direitos” humanos acha que pressionando as autoridades para que os bandidos não sofram a reação pela ação que praticaram é uma atitude de amor. Contraria a Física, que é uma Ciência Exata, quanto a Lei de Ação e Reação; contraria Jesus, quanto a lei do Quem com ferro fere, com ferro se ferirá” e contraria a Lei de Causa e Efeito, quanto ao “Quem planta colhe o que plantou”.
É o absurdo do homem querer ser melhor do que Deus, com o seu modismo hipócrita de ir de encontro às Leis da Física e da Natureza.
Aos pais, hoje, é recomendado ter muito cuidado com o que falam com os seus queridos e amados filhinhos, para não traumatizá-los, coitadinhos. Se um pai ou uma mãe resolver adotar uma postura mais enérgica, mais dura e firme, que se faz necessária em muitos momentos, sempre aparece um bonzinho qualquer para dizer que ele está sendo agressivo.
Ninguém fala nada quando a agressão parte do filho para os pais, porque ele sempre é o coitadinho, que apenas está passando por uma fase que requer muita compreensão.
Quanta “bondade”, ainda por cima unilateral.
Firmeza, autoridade, rigor, energia e autenticidade, invariavelmente são confundidas com agressividade e até violência e nessa onda as pessoas adoram enganar a elas mesmas, de tão boazinhas que são.

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