Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

domingo, 26 de agosto de 2012

CARTA ESTIMULANTE



Diz você, meu amigo, que, depois de haver assistido a alguns trabalhos interessantes de materialização, passou a, registrar estranhas modificações no modo de ver. 

Assinalou diversas entidades momentaneamente corporificada, à frente dos olhos, e, pela surpreendente claridade que irradiavam, compreendeu a beleza da vida Quando os clarões das luzes inexprimíveis se apagaram, retomou, quase desacoroçoado, à tarefa comum.

A lembrança das sugestivas revelações perdurava-lhe na memória; entretanto, a via pública pareceu-lhe mais fria e o ambiente doméstico, onde ninguém se lhe afeiçoa, as idéias, figurou-se-lhe um cárcere ao pensamento.

No dia seguinte, em retomando o serviço habitual, os companheiros de luta, menos esclarecidos, eram mais duros de suportar. Deslocara-se-lhe a mente. À maneira do lenhador que examina uma central elétrica, você passou a sentir o peso do trabalho no carvão comum.

Para, que alimentar o fogo, a toras, de madeira, se há força acessível e eficiente? 

Tedioso cansaço assomou-lhe o coração. E marcou, espantado, o vigoroso conflito entre sua alma e a realidade, através de incoercível desajustamento.

Não seria razoável abandonar toda atividade considerada por inferior e partir em busca das claridades de cima? 

Valeria a pena prosseguir enfrentando o barro da cerâmica em que você trabalha, quando a imortalidade se lhe patenteou, indiscutível e brilhante?

Todavia, é forçoso considerar que se a semente pudesse despertar ante a grandeza de uma espiga madura e não se sujeitasse mais ao serviço que lhe compete na cova lodacenta, naturalmente o mundo se privaria, de pão. 

O plano espiritual, contudo, não pretende instalar a fome ou a ociosidade na Terra.

O Planeta é uma escola em que a inteligência encarnada recebe a lição de que necessita.

Entre a maloca indígena e o castelo civilizado, medeiam muitos séculos de cultura, com experiências vastíssimas e assombrosas, e, entre o palácio dos homens e o santuário dos anjos, há que andar por numerosos séculos ainda...

O Cristianismo que você abraçou, com tanta sinceridade e ternura, permanece repleto de ensinamentos nesse sentido. 

Diante do Tabor, em que Espíritos bem-aventurados se materializaram, ao lado do Mestre, em transfiguração indescritível, Pedro, deslumbrado, pede para que uma choupana seja ali construída, a fim de que nunca mais regressassem ao mundo vulgar; entretanto, o grande apóstolo é arrebatado, de lá, ao torvelinho de ação rotineira, dentro do qual perdeu e venceu, várias vezes, sob o tacão de vicissitudes humanas, até alcançar a verdadeira exaltação pelo martírio e pelo sacrifício.

Envolve-se Paulo num dilúvio de bênçãos, nas vizinhanças de Damasco, mas, ao invés de acompanhar o Cristo magnânimo que o abraça, de improviso, é convocado a perambular, por muitos anos, entre desapontamento e pedradas, no seio da multidão. 

Que mais?

O próprio Mestre, no Jardim da prece solitária, sente-se visitado por um anjo divino que desce do firmamento, em sublime esplendor; todavia, longe de segui-lo em carro de triunfo para as Esferas Superiores, desce para o cárcere, sofre o insulto da turba ameaçadora, e marcha, humilhado, para a crucificação.

Não transforma, pois, a excelência do estímulo revelador em desalento para o trabalho natural.

Valores imperecíveis não surgem de imediato.

Tempo e esforço são as chaves do crescimento da alma.

Se os Espíritos elevados reaparecem no intercâmbio dos dois círculos de vida, a que nos ajustamos, é que se inspiram no ministério da caridade e desejam acordar os homens para mais altas noções de justiça e fraternidade, a fim de que se fortaleçam e aprimorem, perante a continuidade da vida e da individualidade, além túmulo...

Se você foi chamado às tarefas do oleiro, atenda, quanto possível, ao enriquecimento íntimo, nos estudos e serviços que a nossa, Consoladora Doutrina oferece, mas não olvide os tijolos e manilhas, telhas e vasos que a sua indústria foi convidada a materializar. Institua facilidade e abundância para que os menos favorecidos de recursos e de inteligência consigam construir seus ninhos aos quais se abrigam pobres aves humanas, em peregrinação aflitiva na erraticidade.

Esforce-se para que seu nome seja louvado e abençoado pelos que compram e vendem, pelos que administram e obedecem, convencido de que, se não devemos esquecer a contemplação das estrelas, não encontraremos o caminho de acesso a elas se não acendermos alguma lamparina no chão.

Fonte: Cartas de crônicas  Obra psicobragada pelo Irmão X através do Chico Xavier.

É isso ái... AMADO BATISTA - MONOTONIA (1989)

Como fugir dela então? Amado Batista - Monotonia (Acústico) (Video)

Lo no Diario de um navegante, blogue do imortal número dois da APL Francisco Eliton Albuquerque Meneses

Clique aqui para ler também.

Pois bem: Não somente ali no velho Liceu do Ceará lá na Praça dos Bombeiros no Bairro de Jacarecanga, mas também no velho Justiniano de Serpa, alí no Centro de Fortaleza, onde se inicia a Avenida Santos Dumont, passou vários heróis e guerreiros vencedores desta terra. 

Pois bem 2: Lutadores filhos de famílias humildes e como reza a música daquele que dizem ser coreauence mas que é  nascido em Sobral,  apenas um bando de rapazes latinos-americanos sem dinheiro no bolso muito menos em  banco, sem parentes importantes e vindo do interior  que mergulharam os olhos nos estudos e a vida nas residências universitária e secundaristas a exemplo da Casa do Estudante Secundarista do Ceará - CEC, que fica na Rua Nogueira Acioly.


P.S.: O medo, sou filho do medo sim, não me encorajou a tais façanhas... A grandiosidade de uma capital que hoje graças a Deus conheço como a palma da minha mão, me tirava todo o ânimo de para lá ir também em busca de mais e mais conhecimento. Mas tendo somente aqui o que tínhamos já me acho um semi-herói... 


Tenho dito... E sempre!!!

Quando o assunto é din din... Todo cuidado é pouco...

Leia mais clicando aqui ó!!!

Pois bem: E não se preocupem. Daqui a alguns meses todos estes tamboretes que os espertos juntamente com os desinformados se acostumara a chamar de bancos ruirão... O Banco Central do Brasil e o governo brasileiro precisam ficar de olhos bem abertos....

Eu disse: "Bem abertos..."

Tenho dito... E sempre!!!


Trecho do texto do Alamar. Uma parte mais interessante


Nem todo mundo procura amante por sem vergonhice
 
Muitos homens optam por procurar por amantes porque não agüentam mais a peste que tem dentro de casa, com o rótulo de esposa, esta que é a verdade. Inúmeras são as mulheres que concebem os seus maridos como objetos pessoais delas, a ferro e fogo, a custa de cenas ridículas de ciúmes, chantagens, provocações, instigações, exploração financeira e muita agressão. Muitas são tão estúpidas e inconseqüentes que fazem questão de fazer os seus escândalos na frente dos filhos e adoram jogar o marido contra eles. Mentem, falseiam, fingem, dão uma de atriz, choram, lamentam e fazem tudo o que a safada da Carminha, da novela da Globo, faz na casa do Tufão.
O marido, muitas vezes calmo, equilibrado, responsável e cauteloso faz de tudo para administrar a relação, evita entrar no jogo, não reage e procura manter-se calmo.
Muitas vezes o nível de desequilíbrio da infeliz é tão grande, que ela não se conforma em ver que o marido não baixa o nível e não reage, termina passando a humilhá-lo em público, forçando tanto a barra que muitos chegam ao ponto de não suportar as pressões que se desequilibram e terminam fazendo besteira.
É daí que encontramos muitos casos de homens que matam mulheres, sem que sejam bandidos.
Mas a maioria não se desequilibra tanto e opta por procurar por outra, até a sair de casa e viver com alguém que possa lhe proporcionar uma vida melhor.
É quando entra a segunda esposa que, na linguagem da hipocrisia social, é chamada, com depreciação, de concubina ou amante, muitas vezes uma mulher digna, calma, tranqüila, dedicada, honrada, trabalhadora, culta, decente e carinhosa, mas que não é aceita pela estúpida sociedade que sempre foi irracional e desprovida de inteligência.
É quando o homem sai de um inferno e passa a viver com alguém que lhe proporciona uma qualidade de vida melhor, sem ciúmes, sem chantagens, sem exploração e passa a ter carinho, sorrisos, prazer em recebê-lo quando chega em casa, com afeto, sexo com qualidade e vida equilibrada.
Essa qualidade de vida o faz dormir melhor, ser mais feliz, ficar de bem com a vida e progredir nos negócios, produzindo mais e até construindo mais.

É preciso mudar a lei
 
Determinar que uma pessoa fique algemada e refém de outra, por toda a sua vida, só por causa do papel do casamento, é um dos maiores absurdos ainda praticados pela porcaria da sociedade. Cada caso deve ser analisado isoladamente e com suas características próprias. Generalizar? Jamais!
Impressionante como pode a tal justiça não ter inteligência para saber que casamento é um procedimento que ocorre, na grande maioria das vezes, por duas pessoas jovens, inexperientes, sem conhecimentos elementares de psicologia, sem orientação para analisar a pessoa pelo que é e não pelo que tem, pela cabeça e não por dotes físicos ou econômicos, portanto com grande probabilidade de fazer besteira.
Por que essa besteira não pode ser reversível?
 

Malandragens que a lei precisa coibir
 
Sabemos que muitos elementos ricos e famosos, com instintos selvagens, abusam do dinheiro que tem e usam mulheres como objetos, engravidam e fazem o que querem, abusando da riqueza material, porque sabem que podem contratar advogados para livrá-los de todas as suas transgressões. Esses precisam ser punidos mesmo, veementemente, com muito rigor, bem mais do que existe hoje.
Mas também a justiça não pode fingir que não vê a quantidade de mulheres pilantras, safadas e sem vergonhas, que vivem freqüentando os locais para onde vão os jogadores famosos, se oferecendo para eles e até embriagando-os para levá-los ao sexo a qualquer custo, a fim de engravidar deles, para depois exigirem metade do seu patrimônio, sabendo o quanto é burra a nossa justiça.
Só este assunto daria outro artigo e eu quero deixar para outra oportunidade.
   
Conclusão
 
Precisamos fazer com que a “justiça” se transforme em JUSTIÇA, precisamos apoiar os magistrados e os advogados sensatos que, felizmente, ainda existem em nosso país, e precisam ser fortalecidos para que façam a diferença na prática jurídica do Brasil. Precisamos chegar perto dos parlamentares que sinalizam para conduzir os seus mandatos com dignidade, caráter e inteligência e incentivá-los a legislar a favor da decência.
Ouve-se muito dizer:
Devemos nos preocupar com o meio ambiente, para deixarmos um mundo melhor para os nossos filhos e netos”.
Eu acho que deveríamos mudar esse dizer, construindo-o de forma bem mais relevante:
Devemos nos preocupar em formatar um caráter de dignidade em nossos filhos e netos, para deixarmos homens melhores para conduzirem os destinos do planeta”.

Abração.

Alamar Régis Carvalho
Analista de sistemas, escritor e ANTARES Dinastia

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Peteca no chão...

Com mais de uma semana na marca dos cem acessos diários, nestes últimos dias obtive apenas a marca dos noventa...

Venham e tragam mais e mais visitantes...

sábado, 25 de agosto de 2012

Como sempre

O amigo Alamar sempre coerente em suas crônicas racionais... Leia abaixo.

Alamar e sua crônica justa e racional... Eu vou assinar embaixo...


Juiz deu direitos para a amante
Eu quero falar sobre este assunto, mas quero mesmo, porque sei que muita gente, mas muita gente mesmo, não agüenta mais a hipocrisia excessiva da sociedade, o falso moralismo e nem o protecionismo que existe para pessoas que não merecem. Vamos em frente.
Conforme está no noticiário desta semana, o Juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública do Estado de Goiás, Ari Ferreira Queiroz, entendeu que Valteno da Cunha Barbosa, que faleceu em 1994, era provedor de duas mulheres: uma a esposa considerada “oficial” e a outra, também esposa, mas considerada “amante”. Hoje o Código Civil converte o concubinato em casamento.
Por conta disto, resolveu dividir a pensão deixada pelo falecido para as duas, o que irritou bastante a primeira, que acha que, pelo fato de ter o rótulo de “oficial”, conforme quer a hipócrita sociedade, teria direito integral à pensão e que a outra se dane.
As opiniões dos brasileiros estão divididas, acerca disto. As pessoas adeptas do mesmismo, das formalidades, do “tem que ser” e do convencional estão danadas com o Juiz e acham um absurdo o seu julgamento, mas as pessoas mais criteriosas, que procuram analisar mais profundamente e não superficialmente, os detalhes e as particularidades dos relacionamentos entre casais, que têm mais cuidado quando se trata de fazer Justiça Verdadeira, certamente estão aplaudindo o magistrado goiano.
Essa não, Alamar, você está atacando o casamento e não está levando em consideração a situação dos filhos!
E quem foi que disse que todos os pais levam em consideração a situação dos filhos?
Por acaso, pensa nos filhos uma mulher desequilibrada, ciumenta e perturbada que, pelo fato de ser casada, xinga, chantageia, provoca, instiga e agride o seu marido a todo momento?
Um homem machista, arrogante, estúpido e um verdadeiro animal irracional, como muitos que eu conheço (você também conhece vários), por acaso pensa nos filhos quando chega em casa agredindo a esposa, tratando-a pior que a uma empregada doméstica, xingando, ameaçando e agredindo?
É ilusão... ou burrice mesmo... achar que a formalização do casamento dá garantia de boa criação a filho nenhum.
Quando o casal é desequilibrado e baixo, moralmente... ou melhor, quando um deles, basta que seja um deles, é desequilibrado, arrogante, agressivo, ciumento, chantagista e baixo moralmente, não importa se o casamento é formal ou em regime de concubinato, que as agressões serão sempre constantes dentro do lar e os filhos sempre sofrem com elas.
É bom lembrar que há pesquisas que apontam que os índices de agressões nos casamentos formais são muito maiores que nos casamentos informais.
É que o “papel do cartório”, no entender de muita mulher burra, lhe dá “segurança” para ela dizer o que quer e bem entende para o marido, porque é convicta de que ele é uma propriedade dela, uma coisa dela, o objeto dela garantido pela “justiça” brasileira.
Eu agrido, sim, esse infeliz, eu digo o que eu quero pra ele. Se ele se separar de mim, eu entro na justiça e tiro tudo o que ele tem. Ai dele, se pensar em sair de casa”.
E tem razão, porque é assim mesmo no Brasil.
A nossa “justiça” é tão imbecil e burra que sempre entende o que saiu de casa como o vilão e o que ficou como vítima, incapaz que é de mandar processar investigação, apuração e checagem com o uso da inteligência pra ver quem foi o verdadeiro vilão, para agir com autêntica JUSTIÇA. Inteligência é o que não existe na legislação brasileira.
Eu conheço e tenho certeza de que você também conhece muitas mulheres que saíram de casa porque não agüentaram mais as humilhações, as friezas, as indiferenças e até as agressões de um animal irracional que tinha em casa, o qual chamava de marido.
No entanto a podre e idiota sociedade vê toda mulher que sai de casa necessariamente como vagabunda, sem vergonha e imoral. Claro, a sociedade não raciocina, ela é burra.
Da mesma forma eu conheço e tenho certeza de que você conhece também vários homens que não agüentaram mais o demônio com que viveram, durante vários anos, que tinha o rótulo de esposa, mas passaram a vida inteira agredindo-os pelo ciúme e pelas chantagens, promovendo um verdadeiro inferno na vida deles.
É ou não é verdade? Eu tenho ou não tenho razão?
E alguém ainda vai querer conduzir um tema deste movido pela hipocrisia?
 
Quando alguém procura por amante
 
É óbvio e não podemos deixar de reconhecer que muita gente procura amante por safadeza mesmo, por sem-vergonhice e falta de vergonha na cara. Homens casados com mulheres maravilhosas, carinhosas, dedicadas, que não são chantagistas e muito menos violentas, mas que, mesmo assim, se acham no direito de transar fora de casa.
O pior é que só eles se acham neste direito, mas não querem nem pensar na idéia delas fazerem o mesmo, nesta sociedade que, estupidamente, ainda mantém a cultura ridícula do machismo, embora nos dias de hoje com muito menos intensidade que no passado, quando muitos deles as assassinavam, para lavar a “honra” com sangue. A novela Gabriela está aí, mostrando como era a realidade de épocas passadas aqui mesmo no Brasil.
Ora, que justiça é esta? Dois pesos e duas medidas? Se ele se acha no direito, ela também tem o mesmo direito e burra é quem permite direito a um só, se é que quer considerar isto normal.
Não podemos, ao mesmo tempo, deixar de reconhecer que, de fato, existem muitas mulheres que procuram por amantes por sem-vergonhice, discaração e falta de vergonha na cara também, porque são casadas com homens também maravilhosos, dedicados, carinhosos, afetuosos, honestos, dignos e presentes em todos os sentidos, etc...
Hoje as mulheres inventaram um modismo ridículo chamado de “pegada”.
Ninguém sabe que diabo é isto e nenhuma delas sabe explicar exatamente o que é, mas a verdade é que as mulheres agora, desde a adolescente até aquelas que talvez ainda usam BOB nos cabelos, vivem a dizer que o homem “tem que ter pegada”.
Não estão preocupadas com caráter, dignidade, afinidade, valores comuns, afetividade, sensibilidade e valor moral nenhum, querem é a tal pegada.
Eu sei o que é, mas quero fingir que não sei, porque senão eu iria escrever certas coisas aqui que talvez algumas não gostariam de ler, embora fosse a mais pura realidade. Eu sei também porque não gostariam de ler; porque sentiriam que alguém tocou bem em cima da ferida da sua maior burrice.
Hoje já existem os casamentos abertos. Você sabia?
Ééééééé! Tá na moda também e existe muito mais casais nesta situação do que você talvez possa imaginar.
Poxa, Alamar, mas isso aí já uma sem-vergonhice, é um escândalo. Onde se pode admitir uma coisa desta?
Com esta indagação você quer dizer, então, que o que deve ser mantido é o direito apenas do homem, não é verdade?
Será que não está na hora de começarmos a raciocinar em cima disto?
Vamos raciocinar, então:
Muitos homens dizem: Eu tenho os meus casos fora de casa, mas amo mesmo é a minha esposa e não pretendo me separar dela nunca, porque nos damos bem, temos os nossos filhos que nos amam...”. E não pensam mesmo em sair de casa.
Só que muitas mulheres sabem, já tiveram várias provas mas fingem que não sabem.
Aí entra num outro campo, que está na cabeça de muitas delas:
Ruim com ele? Pior sem ele.
É quando muitas, que não admitem em hipótese alguma continuar a dar sustentação à cultura do machismo, criam coragem e os enfrenta, destemidamente:
Olhe aqui: Eu estou sabendo, e não é de hoje, que você tem vários casos fora de casa, que você transa com outras. Não estou aqui pra fazer escândalos, não vamos brigar por causa disto porque sempre nos demos bem. Só quero lhe dizer uma coisa: já que você sempre disse que faz questão de conservar o nosso casamento, eu, a partir de hoje, passo a ter exatamente os mesmos direitos e a mesma liberdade”.
É daí que surgem os chamados casais liberais, o chamado casamento aberto?
E agora? Vamos fingir que não sabemos desta realidade?
Para aqueles que falam em “moralidade”, peço que apontem qual seria o procedimento moral, entre as alternativas abaixo:
1) O casal se entende, ele passa a entender que no mundo de hoje não tem mais espaço para o machismo, que sua esposa não é um objeto de uso exclusivo dele e passa a entender, se é que tem o mínimo compromisso com justiça, que os direitos são iguais em todas as situações.
2) Ela assassina ele, como fez a Elize Matsunaga, de forma cínica e hipócrita porque sempre foi uma garota de programa, esquarteja o corpo e desgraça com a sua própria vida ao destruir a do cônjuge?
3) Deixa-se levar pelo orgulho, sai de casa, em busca dos “direitos” na “justiça”, pra depois ficar morrendo de saudade dele?
Bom... deixe eu parar por aqui.
 
Nem todo mundo procura amante por sem vergonhice
 
Muitos homens optam por procurar por amantes porque não agüentam mais a peste que tem dentro de casa, com o rótulo de esposa, esta que é a verdade. Inúmeras são as mulheres que concebem os seus maridos como objetos pessoais delas, a ferro e fogo, a custa de cenas ridículas de ciúmes, chantagens, provocações, instigações, exploração financeira e muita agressão. Muitas são tão estúpidas e inconseqüentes que fazem questão de fazer os seus escândalos na frente dos filhos e adoram jogar o marido contra eles. Mentem, falseiam, fingem, dão uma de atriz, choram, lamentam e fazem tudo o que a safada da Carminha, da novela da Globo, faz na casa do Tufão.
O marido, muitas vezes calmo, equilibrado, responsável e cauteloso faz de tudo para administrar a relação, evita entrar no jogo, não reage e procura manter-se calmo.
Muitas vezes o nível de desequilíbrio da infeliz é tão grande, que ela não se conforma em ver que o marido não baixa o nível e não reage, termina passando a humilhá-lo em público, forçando tanto a barra que muitos chegam ao ponto de não suportar as pressões que se desequilibram e terminam fazendo besteira.
É daí que encontramos muitos casos de homens que matam mulheres, sem que sejam bandidos.
Mas a maioria não se desequilibra tanto e opta por procurar por outra, até a sair de casa e viver com alguém que possa lhe proporcionar uma vida melhor.
É quando entra a segunda esposa que, na linguagem da hipocrisia social, é chamada, com depreciação, de concubina ou amante, muitas vezes uma mulher digna, calma, tranqüila, dedicada, honrada, trabalhadora, culta, decente e carinhosa, mas que não é aceita pela estúpida sociedade que sempre foi irracional e desprovida de inteligência.
É quando o homem sai de um inferno e passa a viver com alguém que lhe proporciona uma qualidade de vida melhor, sem ciúmes, sem chantagens, sem exploração e passa a ter carinho, sorrisos, prazer em recebê-lo quando chega em casa, com afeto, sexo com qualidade e vida equilibrada.
Essa qualidade de vida o faz dormir melhor, ser mais feliz, ficar de bem com a vida e progredir nos negócios, produzindo mais e até construindo mais.
De repente ele morre.
É aí que eu lhe pergunto, acreditando que você tenha uma inteligência considerável e um mínimo de senso de Justiça:
É justo que o patrimônio construído por esse homem fique todo para a desgraçada que foi um verdadeiro inferno e atraso na sua vida, motivos de angústias e sofrimento, só porque a legislação de um país é burra e não existe um legislador, sequer, que tem o mínimo de inteligência para propor uma reforma?
Responda pra você, para a sua consciência.
Muitas mulheres saem de casa, também, porque não agüentam certos animais selvagens que as circunstâncias da vida colocaram na sua vida, com o título de “marido”.
Sofrem carências terríveis nas mãos de um machista safado, manipulador, arrogante, fedorento e violento, que faz com elas coisas que não podem fazer com a própria empregada doméstica, porque sabem que a empregada os denunciaria à delegacia da mulher e a própria esposa não tem coragem de fazer, com pena dos filhos.
Muitos homens não sabem nem o que é fazer sexo com delicadeza, consideração e afeto a um ser humano que também tem os seus desejos e mereceria, pelo menos, um mínimo de respeito. Chegam para a mulher apenas quando eles têm vontade, fazem-na deitar e abrir as pernas, como se fosse uma boneca de borracha, promovendo dores e sofrimento, o que leva muitas a ter traumas irreversíveis com o ato sexual, que o normal é para ser a prática mais prazerosa da criatura humana.
Aprendamos todos a respeitar a mulher que também opta por um amante, fiquemos no lugar dela e procuremos saber, com profundidade, como foi verdadeiramente a sua vida com aquele cara que se constituiu num verdadeiro carrasco dentro de casa.
 
O Juiz acertou.
 
Isto mesmo. Sua Excelência, o Dr. Ari Ferreira Queiroz acertou, com a sua inédita decisão.
Em vez de ser um juiz fantoche, um juiz marionete como muitos que existem por aí, que não tem senso de justiça nenhum e vivem apenas a seguir o mesmismo, sob argumentação de que estão seguindo a “lei”, ele apelou para o bom senso e aplicou a verdadeira JUSTIÇA, porque certamente deve ter tido conhecimento de uma das frases mais sensatas que existe: Nem tudo que é legal, é moral”.
Eu, se fosse ele, iria mais longe ainda: Determinaria que fosse feita uma investigação profunda, criteriosa e movida por todos os recursos de inteligência, investigando toda a vida do falecido com a esposa “oficial” e depois com a esposa “amante”, pra saber quem de fato foi demônio na vida dele e quem realmente foi um amor e uma fonte de apoio a ele.
Ao constatar, por exemplo, que a tal “oficial” foi, de fato, o demônio, eu não daria absolutamente nada a ela e dedicaria cem por cento do patrimônio àquela que realmente fez por merecer.
Isto é que é Justiça JUSTA, gente!
 
É preciso mudar a lei
 
Determinar que uma pessoa fique algemada e refém de outra, por toda a sua vida, só por causa do papel do casamento, é um dos maiores absurdos ainda praticados pela porcaria da sociedade. Cada caso deve ser analisado isoladamente e com suas características próprias. Generalizar? Jamais!
Impressionante como pode a tal justiça não ter inteligência para saber que casamento é um procedimento que ocorre, na grande maioria das vezes, por duas pessoas jovens, inexperientes, sem conhecimentos elementares de psicologia, sem orientação para analisar a pessoa pelo que é e não pelo que tem, pela cabeça e não por dotes físicos ou econômicos, portanto com grande probabilidade de fazer besteira.
Por que essa besteira não pode ser reversível?
 
Malandragens que a lei precisa coibir
 
Sabemos que muitos elementos ricos e famosos, com instintos selvagens, abusam do dinheiro que tem e usam mulheres como objetos, engravidam e fazem o que querem, abusando da riqueza material, porque sabem que podem contratar advogados para livrá-los de todas as suas transgressões. Esses precisam ser punidos mesmo, veementemente, com muito rigor, bem mais do que existe hoje.
Mas também a justiça não pode fingir que não vê a quantidade de mulheres pilantras, safadas e sem vergonhas, que vivem freqüentando os locais para onde vão os jogadores famosos, se oferecendo para eles e até embriagando-os para levá-los ao sexo a qualquer custo, a fim de engravidar deles, para depois exigirem metade do seu patrimônio, sabendo o quanto é burra a nossa justiça.
Só este assunto daria outro artigo e eu quero deixar para outra oportunidade.
   
Conclusão
 
Precisamos fazer com que a “justiça” se transforme em JUSTIÇA, precisamos apoiar os magistrados e os advogados sensatos que, felizmente, ainda existem em nosso país, e precisam ser fortalecidos para que façam a diferença na prática jurídica do Brasil. Precisamos chegar perto dos parlamentares que sinalizam para conduzir os seus mandatos com dignidade, caráter e inteligência e incentivá-los a legislar a favor da decência.
Ouve-se muito dizer:
Devemos nos preocupar com o meio ambiente, para deixarmos um mundo melhor para os nossos filhos e netos”.
Eu acho que deveríamos mudar esse dizer, construindo-o de forma bem mais relevante:
Devemos nos preocupar em formatar um caráter de dignidade em nossos filhos e netos, para deixarmos homens melhores para conduzirem os destinos do planeta”.

Abração.

Alamar Régis Carvalho
Analista de sistemas, escritor e ANTARES Dinastia

Ah, tem um aviso aos meus amigos: Você, que gosta de receber os artigos do Alamar, dê uma entradinha no meu site pessoal, e se cadastre lá, como amigo do Alamar. É fácil, basta clicar em CADASTRA AMIGOS, que está logo no menu ao lado esquerdo do site. Caso você já receba os emails, personalizados, é porque você já consta em meu banco de dados. Mesmo assim peço para que entre lá, a fim de atualizar as informações, para efeitos de estatística apenas. Basta colocar o seu email que o sistema mostra os dados que temos gravados.. Agradeço pela atenção e o carinho dos amigos.

Conspiração...

Não há dúvidas que o homem já pisou na lua. Mas segundo alguns conspiracionistas aquilo que orgulhosamente os americanos anunciaram em 1969, quando este escriba mor tinha apenas um ano de vida pode não ter passado de uma grande mentira... Há videos que simulam em stúdio tudo que foi mostrado ao mundo... Ha estudos que dizem que a bandeira não devia tremular... Há outros que dizem a a poeira da pegada de Neil Armstrong deveria ter se desfeito imediatamente, há os que dizem que a poeira da sua pegada não deveria ter caído no solo novamente por falta de gravidade e por aí vai...

Quanto a isso ser verdade ou mentira... Já era, pelo menos para nós mortais terrenos...



Tenho dito... E sempre!!!

Russos no espaço.... Era preciso tomar a dianteira... Nem que fosse ensaio em stúdio... Reveja chegada do homem à Lua (1999)

Russos no espaço.... Era preciso tomar a dianteira... Nem que fosse ensaio em stúdio... Reveja chegada do homem à Lua (1999)

Isso era para ser um grande segredo, mas essa tal de "yotoba".... A Farsa do Homem na Lua

Diante da pressa, da guerra fria, e do imediatismo... A primeira noticia da ida do homem à lua pode ter sido apenas um ensaio.... Ida do homem à Lua : A fraude do século

De Fortaleza no Ceará, Rio de Janeiro e Porto Alegre RS

São neste exato momento três os ilustres bisbilhoteiros que me honram com suas visitas a esta democratica tribuna sucupirana.
Sejam bem vindos.... Voltem sempre e tragam mais uma curriola de amigos para se fazerem presente também....


Li no blogue coreausiara

Clique aqui para ler também, sobre a merecida lembrança do colega imortal número cinco da Academia Palmense de Letras APL, Fernando Machado de Albuquerque, sobre o Bispo Católico Dom Benedito, filho de Coreaú.

Pois bem: Sem se alongar muito, para mim ele é nada mais nada menos que o "Dom José" que Coreaú não soube valorizar. O salto de progresso que esta terra viu na época citada nunca mais o verá. 

Pois bem 2: A menos que ele Dom Benedito um dia retorne e aqui resolva novamente arregaçar as mangas e enfrentar os vícios de uma sociedade carcomida (Royalties para João Teles imortal número quatro da APL e mediador do coreausiara) para novamente alavancar o progresso, social, educacional,  e moral de uma terra estacionada no tempo praticamente a meio século...

Tenho dito... E sempre!!! 

Do Paraná...


Um ilustre visitante me honra com sua visita neste exato momento.... Seja bem vindo e volte sempre!!!

NA HORA DA CRUZ



Quando o Mestre se afastou do Pretório, suportando o madeiro a que fora sentenciado pelo povo em desvario, pungentes reflexões lhe assomavam ao pensamento.

Que fizera senão o bem?

Que desejara aos perseguidores senão a bênção da alegria e a visitação da luz?

Quando receberiam os homens o dom da fraternidade e da paz?

Devotara-se aos doentes com carinho, afeiçoara-se aos discípulos com fervor... Entretanto, sentia-se angustiadamente só.

Doíam-lhe os ombros dilacerados.

Porque fora libertado Barrabás, o rebelde, e condenado ele, que reverenciava a ordem e a disciplina?

Em derredor, judeus irritados ameaçavam-no erguendo os punhos, enquanto legionários semi-ébrios proferiam maldições.

A saliva dos perversos fustigava-lhe o rosto e, inclinando-o para o solo, a cruz enorme pesava...

“-Ó, Pai! – refletia, avançando dificilmente – que fiz para receber semelhante flagelação?”

Anciãs humildes tentavam confortá-lo, mas, curvado qual se via, nem mesmo lhes divisava os semblantes.

“-Porque a cruz? – continuava meditando, agoniado – porque lhe cabia tolerar o martírio reservado aos criminosos?”

Lembrou as crianças e as mulheres simples da Galiléia, que lhe compreendiam o olhar, recordando, saudoso, o grande lago, onde sentia a presença do Todo-Compassivo, na bondade da natureza...

Lágrimas quentes borbotaram-lhe dos olhos feridos, lágrimas que suas mãos não conseguiam enxugar.

Turvara-se-lhe a visão e, incapaz de mais seguro equilíbrio sobre o pedregulho do caminho estreito, tropeçou e caiu de joelhos.

Guardas rudes vergastaram-lhe a face com mais violência.

Alguns deles, porém, acreditando-o sob incoercível cansaço, obrigaram Simão, o Cireneu, que voltava do campo, a auxiliá-lo na condução do madeiro.

Constrangido, o lavrador tomou sobre os ombros o terrível instrumento de tortura e só então conseguiu Jesus levantar a cabeça e contemplar a multidão que se adensava em torno.

E observando a turba irada, oh! sublime transformação!...

Notou que todos os circunstantes estavam algemados a tremendas cruzes, invisíveis ao olhar comum.

O primeiro que pode analisar particularmente foi Joab, o cambista, velho companheiro de Anás, nos negócios do Templo. Ele se achava atado ao lenho da usura. Vociferava, aflito, escancarando a garganta sequiosa de ouro.

Não longe, Apolônio, o soldado da coorte, mostrava-se agarrado à enorme cruz da luxuria, repleta de vermes roazes a lhe devorarem o próprio corpo.

Caleb, o incensador, berrava frenético, entretanto, apresentava-se jungido ao madeiro do remorso por homicídios ocultos.

Amós, o mercador de cabras, arrastava a cruz da enfermidade que o forçava a sustentar-se em vigorosas muletas.

José de Arimateia, o amigo generoso, que o seguia, discreto, achava-se preso ao frio lenho dos deveres políticos, e Nicodemos, o doutor da lei, junto dele, vergava, mudo, sob o estafante madeiro da vaidade.

Todas as criaturas daquele estranho ajuntamento traziam consigo flagelações diversas.

O Mestre reconhecia-as, acabrunhado.

Eram cruzes de ignorância e miséria, de revolta e concupiscência, de aflição e despeito, de inveja e iniqüidade.

Tentou concentrar-se em maior exame, contudo, piedosas mulheres em lágrimas acercaram- se dele, de improviso.

- Senhor, que será de nós, quando partires? – gritava uma delas.
- Senhor, compadece-te de nossa desventura! – suplicava outra.
- Senhor, nós te lamentamos!...
- Mestre, pobre de ti!

O Cristo fitou-as, admirado.

Todas exibiam asfixiantes padecimentos.

Viu que, entre elas, Maria de Cléofas trazia a cruz da maternidade dolorosa, que Maria de Magdala pranteava sob a cruz da tristeza e que Joana de Cusa, que viera igualmente às celebrações da Páscoa, sofria, sob o madeiro do casamento infeliz...

Azorragues lamberam-lhe a cabeça coroada de espinhos.

A multidão começava a mover-se, de novo.

Era preciso caminhar.

Foi então que o Celeste Benfeitor, acariciando a própria cruz que Simão passara a carregar, nela sentiu precioso rebento de esperança, com que o Pai Amoroso lhe agraciava o testemunho, a fim de que as sementes da renovação espiritual felicitassem a Humanidade.

E, endereçando compassivo olhar às mulheres que o cercavam, pronunciou as inesquecíveis palavras do Evangelho:

“- Filhas de Jerusalém, não choreis por mim!... Chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos, porque dias virão em que direis: bem-aventurados os ventres que não geraram e os seios que não amamentaram!... Então, clamareis para os montes: Caí sobre nós! – e rogareis aos outeiros: Cobri-nos! – porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará com o lenho seco?"

Fonte: “Cartas e crônicas” Obras psicografada por Chico Xavier através do Irmão X.