Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

sábado, 25 de agosto de 2012

Alamar e sua crônica justa e racional... Eu vou assinar embaixo...


Juiz deu direitos para a amante
Eu quero falar sobre este assunto, mas quero mesmo, porque sei que muita gente, mas muita gente mesmo, não agüenta mais a hipocrisia excessiva da sociedade, o falso moralismo e nem o protecionismo que existe para pessoas que não merecem. Vamos em frente.
Conforme está no noticiário desta semana, o Juiz da 3ª Vara de Fazenda Pública do Estado de Goiás, Ari Ferreira Queiroz, entendeu que Valteno da Cunha Barbosa, que faleceu em 1994, era provedor de duas mulheres: uma a esposa considerada “oficial” e a outra, também esposa, mas considerada “amante”. Hoje o Código Civil converte o concubinato em casamento.
Por conta disto, resolveu dividir a pensão deixada pelo falecido para as duas, o que irritou bastante a primeira, que acha que, pelo fato de ter o rótulo de “oficial”, conforme quer a hipócrita sociedade, teria direito integral à pensão e que a outra se dane.
As opiniões dos brasileiros estão divididas, acerca disto. As pessoas adeptas do mesmismo, das formalidades, do “tem que ser” e do convencional estão danadas com o Juiz e acham um absurdo o seu julgamento, mas as pessoas mais criteriosas, que procuram analisar mais profundamente e não superficialmente, os detalhes e as particularidades dos relacionamentos entre casais, que têm mais cuidado quando se trata de fazer Justiça Verdadeira, certamente estão aplaudindo o magistrado goiano.
Essa não, Alamar, você está atacando o casamento e não está levando em consideração a situação dos filhos!
E quem foi que disse que todos os pais levam em consideração a situação dos filhos?
Por acaso, pensa nos filhos uma mulher desequilibrada, ciumenta e perturbada que, pelo fato de ser casada, xinga, chantageia, provoca, instiga e agride o seu marido a todo momento?
Um homem machista, arrogante, estúpido e um verdadeiro animal irracional, como muitos que eu conheço (você também conhece vários), por acaso pensa nos filhos quando chega em casa agredindo a esposa, tratando-a pior que a uma empregada doméstica, xingando, ameaçando e agredindo?
É ilusão... ou burrice mesmo... achar que a formalização do casamento dá garantia de boa criação a filho nenhum.
Quando o casal é desequilibrado e baixo, moralmente... ou melhor, quando um deles, basta que seja um deles, é desequilibrado, arrogante, agressivo, ciumento, chantagista e baixo moralmente, não importa se o casamento é formal ou em regime de concubinato, que as agressões serão sempre constantes dentro do lar e os filhos sempre sofrem com elas.
É bom lembrar que há pesquisas que apontam que os índices de agressões nos casamentos formais são muito maiores que nos casamentos informais.
É que o “papel do cartório”, no entender de muita mulher burra, lhe dá “segurança” para ela dizer o que quer e bem entende para o marido, porque é convicta de que ele é uma propriedade dela, uma coisa dela, o objeto dela garantido pela “justiça” brasileira.
Eu agrido, sim, esse infeliz, eu digo o que eu quero pra ele. Se ele se separar de mim, eu entro na justiça e tiro tudo o que ele tem. Ai dele, se pensar em sair de casa”.
E tem razão, porque é assim mesmo no Brasil.
A nossa “justiça” é tão imbecil e burra que sempre entende o que saiu de casa como o vilão e o que ficou como vítima, incapaz que é de mandar processar investigação, apuração e checagem com o uso da inteligência pra ver quem foi o verdadeiro vilão, para agir com autêntica JUSTIÇA. Inteligência é o que não existe na legislação brasileira.
Eu conheço e tenho certeza de que você também conhece muitas mulheres que saíram de casa porque não agüentaram mais as humilhações, as friezas, as indiferenças e até as agressões de um animal irracional que tinha em casa, o qual chamava de marido.
No entanto a podre e idiota sociedade vê toda mulher que sai de casa necessariamente como vagabunda, sem vergonha e imoral. Claro, a sociedade não raciocina, ela é burra.
Da mesma forma eu conheço e tenho certeza de que você conhece também vários homens que não agüentaram mais o demônio com que viveram, durante vários anos, que tinha o rótulo de esposa, mas passaram a vida inteira agredindo-os pelo ciúme e pelas chantagens, promovendo um verdadeiro inferno na vida deles.
É ou não é verdade? Eu tenho ou não tenho razão?
E alguém ainda vai querer conduzir um tema deste movido pela hipocrisia?
 
Quando alguém procura por amante
 
É óbvio e não podemos deixar de reconhecer que muita gente procura amante por safadeza mesmo, por sem-vergonhice e falta de vergonha na cara. Homens casados com mulheres maravilhosas, carinhosas, dedicadas, que não são chantagistas e muito menos violentas, mas que, mesmo assim, se acham no direito de transar fora de casa.
O pior é que só eles se acham neste direito, mas não querem nem pensar na idéia delas fazerem o mesmo, nesta sociedade que, estupidamente, ainda mantém a cultura ridícula do machismo, embora nos dias de hoje com muito menos intensidade que no passado, quando muitos deles as assassinavam, para lavar a “honra” com sangue. A novela Gabriela está aí, mostrando como era a realidade de épocas passadas aqui mesmo no Brasil.
Ora, que justiça é esta? Dois pesos e duas medidas? Se ele se acha no direito, ela também tem o mesmo direito e burra é quem permite direito a um só, se é que quer considerar isto normal.
Não podemos, ao mesmo tempo, deixar de reconhecer que, de fato, existem muitas mulheres que procuram por amantes por sem-vergonhice, discaração e falta de vergonha na cara também, porque são casadas com homens também maravilhosos, dedicados, carinhosos, afetuosos, honestos, dignos e presentes em todos os sentidos, etc...
Hoje as mulheres inventaram um modismo ridículo chamado de “pegada”.
Ninguém sabe que diabo é isto e nenhuma delas sabe explicar exatamente o que é, mas a verdade é que as mulheres agora, desde a adolescente até aquelas que talvez ainda usam BOB nos cabelos, vivem a dizer que o homem “tem que ter pegada”.
Não estão preocupadas com caráter, dignidade, afinidade, valores comuns, afetividade, sensibilidade e valor moral nenhum, querem é a tal pegada.
Eu sei o que é, mas quero fingir que não sei, porque senão eu iria escrever certas coisas aqui que talvez algumas não gostariam de ler, embora fosse a mais pura realidade. Eu sei também porque não gostariam de ler; porque sentiriam que alguém tocou bem em cima da ferida da sua maior burrice.
Hoje já existem os casamentos abertos. Você sabia?
Ééééééé! Tá na moda também e existe muito mais casais nesta situação do que você talvez possa imaginar.
Poxa, Alamar, mas isso aí já uma sem-vergonhice, é um escândalo. Onde se pode admitir uma coisa desta?
Com esta indagação você quer dizer, então, que o que deve ser mantido é o direito apenas do homem, não é verdade?
Será que não está na hora de começarmos a raciocinar em cima disto?
Vamos raciocinar, então:
Muitos homens dizem: Eu tenho os meus casos fora de casa, mas amo mesmo é a minha esposa e não pretendo me separar dela nunca, porque nos damos bem, temos os nossos filhos que nos amam...”. E não pensam mesmo em sair de casa.
Só que muitas mulheres sabem, já tiveram várias provas mas fingem que não sabem.
Aí entra num outro campo, que está na cabeça de muitas delas:
Ruim com ele? Pior sem ele.
É quando muitas, que não admitem em hipótese alguma continuar a dar sustentação à cultura do machismo, criam coragem e os enfrenta, destemidamente:
Olhe aqui: Eu estou sabendo, e não é de hoje, que você tem vários casos fora de casa, que você transa com outras. Não estou aqui pra fazer escândalos, não vamos brigar por causa disto porque sempre nos demos bem. Só quero lhe dizer uma coisa: já que você sempre disse que faz questão de conservar o nosso casamento, eu, a partir de hoje, passo a ter exatamente os mesmos direitos e a mesma liberdade”.
É daí que surgem os chamados casais liberais, o chamado casamento aberto?
E agora? Vamos fingir que não sabemos desta realidade?
Para aqueles que falam em “moralidade”, peço que apontem qual seria o procedimento moral, entre as alternativas abaixo:
1) O casal se entende, ele passa a entender que no mundo de hoje não tem mais espaço para o machismo, que sua esposa não é um objeto de uso exclusivo dele e passa a entender, se é que tem o mínimo compromisso com justiça, que os direitos são iguais em todas as situações.
2) Ela assassina ele, como fez a Elize Matsunaga, de forma cínica e hipócrita porque sempre foi uma garota de programa, esquarteja o corpo e desgraça com a sua própria vida ao destruir a do cônjuge?
3) Deixa-se levar pelo orgulho, sai de casa, em busca dos “direitos” na “justiça”, pra depois ficar morrendo de saudade dele?
Bom... deixe eu parar por aqui.
 
Nem todo mundo procura amante por sem vergonhice
 
Muitos homens optam por procurar por amantes porque não agüentam mais a peste que tem dentro de casa, com o rótulo de esposa, esta que é a verdade. Inúmeras são as mulheres que concebem os seus maridos como objetos pessoais delas, a ferro e fogo, a custa de cenas ridículas de ciúmes, chantagens, provocações, instigações, exploração financeira e muita agressão. Muitas são tão estúpidas e inconseqüentes que fazem questão de fazer os seus escândalos na frente dos filhos e adoram jogar o marido contra eles. Mentem, falseiam, fingem, dão uma de atriz, choram, lamentam e fazem tudo o que a safada da Carminha, da novela da Globo, faz na casa do Tufão.
O marido, muitas vezes calmo, equilibrado, responsável e cauteloso faz de tudo para administrar a relação, evita entrar no jogo, não reage e procura manter-se calmo.
Muitas vezes o nível de desequilíbrio da infeliz é tão grande, que ela não se conforma em ver que o marido não baixa o nível e não reage, termina passando a humilhá-lo em público, forçando tanto a barra que muitos chegam ao ponto de não suportar as pressões que se desequilibram e terminam fazendo besteira.
É daí que encontramos muitos casos de homens que matam mulheres, sem que sejam bandidos.
Mas a maioria não se desequilibra tanto e opta por procurar por outra, até a sair de casa e viver com alguém que possa lhe proporcionar uma vida melhor.
É quando entra a segunda esposa que, na linguagem da hipocrisia social, é chamada, com depreciação, de concubina ou amante, muitas vezes uma mulher digna, calma, tranqüila, dedicada, honrada, trabalhadora, culta, decente e carinhosa, mas que não é aceita pela estúpida sociedade que sempre foi irracional e desprovida de inteligência.
É quando o homem sai de um inferno e passa a viver com alguém que lhe proporciona uma qualidade de vida melhor, sem ciúmes, sem chantagens, sem exploração e passa a ter carinho, sorrisos, prazer em recebê-lo quando chega em casa, com afeto, sexo com qualidade e vida equilibrada.
Essa qualidade de vida o faz dormir melhor, ser mais feliz, ficar de bem com a vida e progredir nos negócios, produzindo mais e até construindo mais.
De repente ele morre.
É aí que eu lhe pergunto, acreditando que você tenha uma inteligência considerável e um mínimo de senso de Justiça:
É justo que o patrimônio construído por esse homem fique todo para a desgraçada que foi um verdadeiro inferno e atraso na sua vida, motivos de angústias e sofrimento, só porque a legislação de um país é burra e não existe um legislador, sequer, que tem o mínimo de inteligência para propor uma reforma?
Responda pra você, para a sua consciência.
Muitas mulheres saem de casa, também, porque não agüentam certos animais selvagens que as circunstâncias da vida colocaram na sua vida, com o título de “marido”.
Sofrem carências terríveis nas mãos de um machista safado, manipulador, arrogante, fedorento e violento, que faz com elas coisas que não podem fazer com a própria empregada doméstica, porque sabem que a empregada os denunciaria à delegacia da mulher e a própria esposa não tem coragem de fazer, com pena dos filhos.
Muitos homens não sabem nem o que é fazer sexo com delicadeza, consideração e afeto a um ser humano que também tem os seus desejos e mereceria, pelo menos, um mínimo de respeito. Chegam para a mulher apenas quando eles têm vontade, fazem-na deitar e abrir as pernas, como se fosse uma boneca de borracha, promovendo dores e sofrimento, o que leva muitas a ter traumas irreversíveis com o ato sexual, que o normal é para ser a prática mais prazerosa da criatura humana.
Aprendamos todos a respeitar a mulher que também opta por um amante, fiquemos no lugar dela e procuremos saber, com profundidade, como foi verdadeiramente a sua vida com aquele cara que se constituiu num verdadeiro carrasco dentro de casa.
 
O Juiz acertou.
 
Isto mesmo. Sua Excelência, o Dr. Ari Ferreira Queiroz acertou, com a sua inédita decisão.
Em vez de ser um juiz fantoche, um juiz marionete como muitos que existem por aí, que não tem senso de justiça nenhum e vivem apenas a seguir o mesmismo, sob argumentação de que estão seguindo a “lei”, ele apelou para o bom senso e aplicou a verdadeira JUSTIÇA, porque certamente deve ter tido conhecimento de uma das frases mais sensatas que existe: Nem tudo que é legal, é moral”.
Eu, se fosse ele, iria mais longe ainda: Determinaria que fosse feita uma investigação profunda, criteriosa e movida por todos os recursos de inteligência, investigando toda a vida do falecido com a esposa “oficial” e depois com a esposa “amante”, pra saber quem de fato foi demônio na vida dele e quem realmente foi um amor e uma fonte de apoio a ele.
Ao constatar, por exemplo, que a tal “oficial” foi, de fato, o demônio, eu não daria absolutamente nada a ela e dedicaria cem por cento do patrimônio àquela que realmente fez por merecer.
Isto é que é Justiça JUSTA, gente!
 
É preciso mudar a lei
 
Determinar que uma pessoa fique algemada e refém de outra, por toda a sua vida, só por causa do papel do casamento, é um dos maiores absurdos ainda praticados pela porcaria da sociedade. Cada caso deve ser analisado isoladamente e com suas características próprias. Generalizar? Jamais!
Impressionante como pode a tal justiça não ter inteligência para saber que casamento é um procedimento que ocorre, na grande maioria das vezes, por duas pessoas jovens, inexperientes, sem conhecimentos elementares de psicologia, sem orientação para analisar a pessoa pelo que é e não pelo que tem, pela cabeça e não por dotes físicos ou econômicos, portanto com grande probabilidade de fazer besteira.
Por que essa besteira não pode ser reversível?
 
Malandragens que a lei precisa coibir
 
Sabemos que muitos elementos ricos e famosos, com instintos selvagens, abusam do dinheiro que tem e usam mulheres como objetos, engravidam e fazem o que querem, abusando da riqueza material, porque sabem que podem contratar advogados para livrá-los de todas as suas transgressões. Esses precisam ser punidos mesmo, veementemente, com muito rigor, bem mais do que existe hoje.
Mas também a justiça não pode fingir que não vê a quantidade de mulheres pilantras, safadas e sem vergonhas, que vivem freqüentando os locais para onde vão os jogadores famosos, se oferecendo para eles e até embriagando-os para levá-los ao sexo a qualquer custo, a fim de engravidar deles, para depois exigirem metade do seu patrimônio, sabendo o quanto é burra a nossa justiça.
Só este assunto daria outro artigo e eu quero deixar para outra oportunidade.
   
Conclusão
 
Precisamos fazer com que a “justiça” se transforme em JUSTIÇA, precisamos apoiar os magistrados e os advogados sensatos que, felizmente, ainda existem em nosso país, e precisam ser fortalecidos para que façam a diferença na prática jurídica do Brasil. Precisamos chegar perto dos parlamentares que sinalizam para conduzir os seus mandatos com dignidade, caráter e inteligência e incentivá-los a legislar a favor da decência.
Ouve-se muito dizer:
Devemos nos preocupar com o meio ambiente, para deixarmos um mundo melhor para os nossos filhos e netos”.
Eu acho que deveríamos mudar esse dizer, construindo-o de forma bem mais relevante:
Devemos nos preocupar em formatar um caráter de dignidade em nossos filhos e netos, para deixarmos homens melhores para conduzirem os destinos do planeta”.

Abração.

Alamar Régis Carvalho
Analista de sistemas, escritor e ANTARES Dinastia

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