Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

domingo, 26 de agosto de 2012

Trecho do texto do Alamar. Uma parte mais interessante


Nem todo mundo procura amante por sem vergonhice
 
Muitos homens optam por procurar por amantes porque não agüentam mais a peste que tem dentro de casa, com o rótulo de esposa, esta que é a verdade. Inúmeras são as mulheres que concebem os seus maridos como objetos pessoais delas, a ferro e fogo, a custa de cenas ridículas de ciúmes, chantagens, provocações, instigações, exploração financeira e muita agressão. Muitas são tão estúpidas e inconseqüentes que fazem questão de fazer os seus escândalos na frente dos filhos e adoram jogar o marido contra eles. Mentem, falseiam, fingem, dão uma de atriz, choram, lamentam e fazem tudo o que a safada da Carminha, da novela da Globo, faz na casa do Tufão.
O marido, muitas vezes calmo, equilibrado, responsável e cauteloso faz de tudo para administrar a relação, evita entrar no jogo, não reage e procura manter-se calmo.
Muitas vezes o nível de desequilíbrio da infeliz é tão grande, que ela não se conforma em ver que o marido não baixa o nível e não reage, termina passando a humilhá-lo em público, forçando tanto a barra que muitos chegam ao ponto de não suportar as pressões que se desequilibram e terminam fazendo besteira.
É daí que encontramos muitos casos de homens que matam mulheres, sem que sejam bandidos.
Mas a maioria não se desequilibra tanto e opta por procurar por outra, até a sair de casa e viver com alguém que possa lhe proporcionar uma vida melhor.
É quando entra a segunda esposa que, na linguagem da hipocrisia social, é chamada, com depreciação, de concubina ou amante, muitas vezes uma mulher digna, calma, tranqüila, dedicada, honrada, trabalhadora, culta, decente e carinhosa, mas que não é aceita pela estúpida sociedade que sempre foi irracional e desprovida de inteligência.
É quando o homem sai de um inferno e passa a viver com alguém que lhe proporciona uma qualidade de vida melhor, sem ciúmes, sem chantagens, sem exploração e passa a ter carinho, sorrisos, prazer em recebê-lo quando chega em casa, com afeto, sexo com qualidade e vida equilibrada.
Essa qualidade de vida o faz dormir melhor, ser mais feliz, ficar de bem com a vida e progredir nos negócios, produzindo mais e até construindo mais.

É preciso mudar a lei
 
Determinar que uma pessoa fique algemada e refém de outra, por toda a sua vida, só por causa do papel do casamento, é um dos maiores absurdos ainda praticados pela porcaria da sociedade. Cada caso deve ser analisado isoladamente e com suas características próprias. Generalizar? Jamais!
Impressionante como pode a tal justiça não ter inteligência para saber que casamento é um procedimento que ocorre, na grande maioria das vezes, por duas pessoas jovens, inexperientes, sem conhecimentos elementares de psicologia, sem orientação para analisar a pessoa pelo que é e não pelo que tem, pela cabeça e não por dotes físicos ou econômicos, portanto com grande probabilidade de fazer besteira.
Por que essa besteira não pode ser reversível?
 

Malandragens que a lei precisa coibir
 
Sabemos que muitos elementos ricos e famosos, com instintos selvagens, abusam do dinheiro que tem e usam mulheres como objetos, engravidam e fazem o que querem, abusando da riqueza material, porque sabem que podem contratar advogados para livrá-los de todas as suas transgressões. Esses precisam ser punidos mesmo, veementemente, com muito rigor, bem mais do que existe hoje.
Mas também a justiça não pode fingir que não vê a quantidade de mulheres pilantras, safadas e sem vergonhas, que vivem freqüentando os locais para onde vão os jogadores famosos, se oferecendo para eles e até embriagando-os para levá-los ao sexo a qualquer custo, a fim de engravidar deles, para depois exigirem metade do seu patrimônio, sabendo o quanto é burra a nossa justiça.
Só este assunto daria outro artigo e eu quero deixar para outra oportunidade.
   
Conclusão
 
Precisamos fazer com que a “justiça” se transforme em JUSTIÇA, precisamos apoiar os magistrados e os advogados sensatos que, felizmente, ainda existem em nosso país, e precisam ser fortalecidos para que façam a diferença na prática jurídica do Brasil. Precisamos chegar perto dos parlamentares que sinalizam para conduzir os seus mandatos com dignidade, caráter e inteligência e incentivá-los a legislar a favor da decência.
Ouve-se muito dizer:
Devemos nos preocupar com o meio ambiente, para deixarmos um mundo melhor para os nossos filhos e netos”.
Eu acho que deveríamos mudar esse dizer, construindo-o de forma bem mais relevante:
Devemos nos preocupar em formatar um caráter de dignidade em nossos filhos e netos, para deixarmos homens melhores para conduzirem os destinos do planeta”.

Abração.

Alamar Régis Carvalho
Analista de sistemas, escritor e ANTARES Dinastia

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