Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A colheita.

Nascida a pouco mais de um ano, de maneira um pouco despropositada e regada a uma garrafa de vinho São Brás, a Academia Palmense de Letras – APL-Coreaú, já dar sinais de uma boa colheita.

O empenho hérculeo dos imortais que foram adentrando ao clube, em especial Eliton Meneses, dono da cadeira número dois, fora o propulsor maior das ações que hoje nos propicia farta colheita.

É inegável o empenho dele em fazer andar a carruagem. O homem tem fôlego de preá. (Royalties para o imortal número quatro João Teles de Aguiar) Não descansa! Não para quando o assunto é literatura.

Outra contribuição não menos importante que também leva o selo APL-Coreaú para o restante do mundo é o blogue que pode ser visitado no endereço APL-COREAU, cujo desing fica a cargo do não menos competente no assunto (Artes Gráficas) o imortal número três Benedito Gomes Rodrigues e é aberto para postagens de material de autoria de todos os membros, como também dos correspondentes.

Mas deixando de lado os entretantos e partindo pros finalmente, como diria Odorico, eis que a colheita já iniciou. E ao que parece; por tempo determinado.

Falo da primeira obra literária com o selo APL (saiba mais clicando aqui) de autoria dos membros em close que já pode ser adquirida para apreciação por parte dos amigos leitores. Outras virão. O terreno é fértil. É muito comum no cotidiano encontrarmos jovens e não tão jovens, pessoas de todas as classes sociais interessadas em busca de saber mais sobre a tal academia.

Observamos também como timidamente mas com muito vigor estas mesmas pessoas estão mostrando suas produções. Inegavelmente isso é reflexo também das referencias do grupamento, visto que antes dela existir não fervilhavam palavras e escritos deste nobres pensadores anônimos por enquanto.

E assim vamos... Caminhando lentamente porém fixando uma trilha em terra firme sem deixar atoleiros para trás.

Já escrevemos o primeiro capítulo. A obra será interminável. Cada um a seu tempo. O futuro espera. A todos...

Tenho dito... E sempre!!!

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