Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Ford - Cem anos de montagem em linha...

Genialidade ou o óbvio? As linhas de montagens como as vemos nos dias atuais fazem agora um século. O genial e comunista, eu disse comunista mesmo, Henry Ford sonhava em fazer carros baratos e que todos pudessem possuí-los (é ou não é um desejo no mínimo de um socialista?) e para isso era preciso baratear a produção. 

Como que num passe de mágica o gênio do século no quesito administração de processos colocou seus funcionários fixos numa posição e fez correr sobre uma esteira as peças do quebra cabeça que resultaria no popular Ford T. Transformando todo o processo de montagem em menos de cem etapas Ford conseguiu reduzir o tempo de montagem do automóvel que era mais de dez horas para reduzidos noventa minutos. Isso mesmo; a cada hora e meia saía da linha de montagem um novo automóvel. E o que é melhor. Pelo modelo de manufatura antigo o carro custava quase mil dólares, na nova linha de produção seu preço caíra para uma ninharia de U$$ 300,00. Isso mesmo! Trezentos dólares americanos. 

Com isso conseguira aumentar a produção, vender para seus funcionários e o que é melhor. Conquistou o carinho e a fidelidade dos colaboradores resultando em mais qualidade nos produtos que fabricava.

É ou não é um gênio? E ainda há os donos do capital que veem seus colaboradores como inimigos e querem é distância dos mesmo quando o assunto é classe social.

É bem verdade que o gênio Ford não dormia em serviço. Há relatos de que ele exigia dos fornecedores (de algumas peças maiores, motores dentre outras) em cláusulas contratuais que as embalagens de madeiras viessem furadas obedecendo certos desenhos e bitolas. Ninguém entendia o porquê. O certo é que os fornecedores cumpriam à risca a tal solicitação.

No frigir dos ovos como diz o matuto, descobriu-se que a madeira das caixas dos motores era utilizada na formação do piso dos carros e que os pontos de fixação dos chassis coincidiam justamente com os furos das tábuas onde vinham acondicionados os motores. Assim ninguém precisava perder tempo furando os estrados. Era só parafusar e apertar... Genial e esperto o cara não é mesmo?

Desde então a manufatura mundo a fora nunca mais fora a mesma... Mas infelizmente só Ford pensou que seus funcionários deveriam também usufruir daqueles bens.

E a Philco? Isso mesmo. Aquela marca de eletro eletrônicos que quase todos os meus queridos e estimados leitores já tiveram algum. Fosse aparelho de televisão, som ou outro qualquer...

Subsidiária da Ford, criada sob a razão social de Philadelphia Company para produzir os primeiros rádios automotivos que equipariam seus automóveis. Explica-se então o fator high quality dos produtos até os anos noventa que foi quando adquiri a primeira televisão da marca. Até os dias atuais a mesma só pediu oficina uma vez... E funciona que é uma beleza.

Tenho dito... E sempre!!!

Fontes pesquisadas: 












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