Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

A falencia...

Apesar de brejeiro Tião tinha lá suas vaidades e caprichos...  Era um comum mas não desejava uma vida comum ao lado de Fulô... Sonhara em tê-la como joia rara no centro de um belo jardim... Os tempos difíceis aumentava cada dia mais a distância deste sonho realizado...

No ápice do desespero por tamanha impotência de não conseguir tal feito e se encontrando sem eira nem beira, ouvira da amada com grande tristeza advertência, dos futuros sogros sobre a negação para possível socorro caso incorresse em erro de contrair convivência afetiva mais próxima com a joia rara do reino sucupirano...

Não deu outra... Sem dar nem pedir explicação, (o destinho cruel os condenaria ali a tristeza e desilusões quase que eternas) bateu botas cabisbaixo rumo ao nada...

Um nada só poderia ir em busca do nada... Como um nada poderia ter o tudo... Fulô era, é e sempre será tudo... 

Amargaria no porvir dos anos, dias e noites de tristeza e saudades...

E nunca mais andaria nos trilhos... Nunca mais... Nem sonhara em ser feliz... 

Como uma papola rubra Fulô resistira às intempéries e à rusticidade do rastel insensível... Incantadora como sempre fora...

Tenho dito... E sempre!!!

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