Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

segunda-feira, 31 de março de 2014

Para aquecer a noite de minha querida Fulô... Tião, seu eterno, único e verdadeiro... Concerto para um Verão - Fernando Lopez

Para aquecer a noite de minha querida Fulô... Tião, seu eterno, único e verdadeiro... Concerto para um Verão - Fernando Lopez

sábado, 29 de março de 2014

terça-feira, 25 de março de 2014

Para a eterna Fulô... De seu eterno Tião... Luiz Gonzaga e Luiz Gonzaga Jr - Pense N'eu

Para a eterna Fulô... O canto diário de ser eterno Tião... ALÉM DE TUDO - BENITO DI PAULA - (1974)

A AMÉRICA E O FUTURO

Embora compelida a participar das lutas próximas, pelo determinismo das circunstâncias de sua vida política, a América está destinada a receber o cetro da civilização e da cultura, na orientação dos povos porvindouros. Em torno dos seus celeiros econômicos, reunir-se-ão as experiências europeias, aproveitando o esforço penoso dos que tombaram na obra da civilização do Ocidente para a edificação do homem espiritual, que há de sobrepor-se ao homem físico do planeta, no pleno conhecimento dos grandes problemas do ser e do destino. 

Para esse desiderato grandioso, apresta-se o plano espiritual, no afã de elucidação dos nobres deveres continentais. O esforço sincero de cooperação no trabalho e de construção da paz não é aí uma utopia, como na Europa saturada de preconceitos multisseculares.

Nos campos exuberantes do continente americano estão plantadas as sementes de luz da árvore maravilhosa da civilização do futuro.
 

JESUS

Há no mundo um movimento inédito de armamentos e munições. Teria começado neste momento? Não. A corrida armamentista do século XX começou antes da luta de Porto Artur, em 1904. As indústrias bélicas atingem culminâncias imprevistas. Os campos estão despovoados. Os homens se recolheram às zonas de concentração militar, esperando o inimigo, sem saber que o adversário está em seu próprio espírito. A Europa e o Oriente constituem um campo vasto de agressão e terrorismo, com exceção das Repúblicas Democráticas, que se veem obrigadas a grandes programas de rearmamento, em face do Moloque do extremismo.

Onde os valores morais da Humanidade? As igrejas estão amordaçadas pelas injunções de ordem econômica e política. Somente o Espiritismo, prescindindo de todas as garantias terrenas, executa o esforço tremendo de manter acesa a luz da crença, nesse barco frágil do homem ignorante do seu glorioso destino, barco que ameaça voltar às correntes da força e da violência, longe das plagas iluminadas da Razão, da Cultura e do Direito. 

Convenhamos em que o esforço do Espiritismo é quase superior às suas próprias forças, mas o mundo não está à disposição dos ditadores terrestres. Jesus é o seu único diretor no plano das realidades imortais, e agora que o mundo se entrega a todas as expectativas angustiosas, os espaços mais próximos da Terra se movimentam a favor do restabelecimento da verdade e da paz, a caminho de uma nova era.

Espíritos abnegados e esclarecidos falam-nos de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do sistema solar, da qual é Jesus um dos membros divinos. Reunir-se-á, de novo, a sociedade celeste, pela terceira vez, na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de abraçar e redimir a nossa Humanidade, decidindo novamente sobre os destinos do nosso mundo.

Que resultará desse conclave dos Anjos do Infinito? Deus o sabe. Nas grandes transições do século que passa, aguardemos o seu amor e a sua
misericórdia.

Fulô: A falta que voce me faz...

Vai matando e enfraquecendo aos poucos o sedento Tião. Como queria poder voltar e recuperar tanto tempo longe, sentir o calor de Fulô, que num pretérito distante deixara ser levado pelo vento e por rústico jardineiro insensível. Ah Fulô...  eterna, única e verdadeira... Como fazes falta ao coração sedento, ávido e carente de teus carinhos e de sua sempre pura atenção... Mesmo a certeza de uma ligação eterna não consegue entender nem compreender este exílio quase que eterno que nos fora imposto por destino cruel e concretizado pelo orgulho e imprudência de Tião na juventude desvairada e inconsequente d'outrora. Vem Fulô... vem... Seu eterno Tião esteve, está e sempre estará esperando por você...

Tiâo...

OS NEGROS DO BRASIL


Sob o domínio espanhol, Portugal sofria todas as conseqüências da sua desídia e imprevidência. A Espanha guardava o cetro de um império resplandecente e maravilhoso. Suas frotas poderosas cobriam as águas de todos os mares, carregando os tesouros do México e do Peru, do Brasil e das índias, os quais faziam afluir para Madrid a mais elevada percentagem de ouro do mundo inteiro.

Até hoje, comenta-se com espírito a célebre frase de Francisco I, exprimindo o seu desejo de conhecer a disposição testamentária de Adão, que dividira o mundo entre espanhóis e portugueses e o deserdara.

A esse tempo, a terra do Evangelho não é mais conhecida pelo nome suave de Santa Cruz. À força das expressões comuns, dos negociantes que vinham buscar as suas fartas provisões de pau-brasil, seu nome se prende agora ao privilégio das suas madeiras. Os missionários da colônia protestaram contra a inovação adotada; mas, as falanges do Infinito sancionaram a novidade imposta pelo espírito geral, considerando as terríveis crueldades cometidas na Baía de Guanabara, em nome do mais caricioso dos símbolos.  

A sanção de Ismael à escolha da nova expressão objetivava resguardar a pátria do Cruzeiro dos perigos da Inquisição, que na Europa fomentava os mais hediondos movimentos em nome do Senhor.
 
A situação, no Brasil, sob todos os pontos de vista, como a da metrópole portuguesa, era dolorosa e cruel, embora governado por funcionário de Lisboa, segundo as combinações estipuladas na Península.
 
A raça aborígine e a raça negra sofriam toda sorte de humilhações e vexames. Os índios procuravam o Norte, em busca dos seus amigos franceses, que, expulsos do Rio por Mem de Sá, concentravam suas atividades no Maranhão, onde pretendiam fundar a França Equinocial, preocupando seriamente as autoridades da colônia. A situação geral era a mais deplorável. Ismael e seus abnegados colaboradores sofrem intensamente em seus trabalhos árduos e quase improfícuos, no sentido de organizar o Instituto sagrado da família nas florestas inóspitas, onde os brancos não dispensavam consideração às leis humanas ou divinas, na condição de superioridade que se atribuíam.

Aos céus ascendem os aflitivos apelos dos obreiros invisíveis: — Senhor! — exclama Ismael nas suas preocupações — estendei até nós o manto da vossa infinita misericórdia. Enviai-nos o socorro das vossas bênçãos divinas, para que as nossas vozes sejam ouvidas pelos espíritos que aqui procuram edificar uma pátria nova. Nosso coração se comove ante os quadros deploráveis que se deparam às nossas vistas. Por toda parte, vêem-se os infortúnios das raças flageladas e sofredoras.

Uma voz suave e meiga lhe responde do Infinito: — Ismael, nas tuas obrigações e trabalhos, considera que a dor é a eterna lapidaria de todos os espíritos e que o Nosso Pai não concede aos filhos fardo superior às suas forças, nas lutas evolutivas. Abriga aí, na sagrada extensão dos territórios do país do Evangelho, todos os infortunados e todos os infelizes. No meu coração ecoam as súplicas dolorosas de todos os seres sofredores, que se agrupam nas regiões inferiores dos espaços próximos da Terra. Agasalha-os no solo bendito que recebe as irradiações do símbolo estrelado, alimentando-os com o pão substancioso dos sofrimentos depuradores e das lágrimas que lavam todas as manchas da alma. Leva a essas coletividades espirituais, sinceramente arrependidas do seu passado obscuro e delituoso, a tua bandeira de paz e de esperança; ensina-lhes a ler os preceitos da minha doutrina, nos códigos dourados do sofrimento.

Ismael sente que luzes compassivas e misericordiosas lhe visitam o coração e parte com os seus companheiros, em busca dos planos da erraticidade mais próximos da Terra. Aí se encontram antigos batalhadores das cruzadas, senhores feudais da Idade Média, padres e inquisidores, espíritos rebeldes e revoltados, perdidos nos caminhos cheios da treva das suas consciências polutas. O emissário do Senhor desdobra nessas grutas do sofrimento a sua bandeira de luz, como uma estrela d'alva, assinalando o fim de profunda noite.

— Irmãos — exorta ele comovido — até ao coração do Divino Mestre chegaram os vossos apelos de socorro espiritual. Da sua esfera de brandos arrebóis cristalinos, ordena a sua misericórdia que as vossas lágrimas sejam enxugadas para sempre. Um ensejo novo de trabalho se apresenta para a redenção das vossas almas, desviadas nos desfiladeiros do remorso e do crime. Há uma terra nova, onde Jesus implantará o seu Evangelho de caridade, de perdão e de amor indefiníveis. Nos séculos futuros, essa pátria generosa será a terra da promissão para todos os infelizes. Dos seus celeiros inesgotáveis sairá o pão de luz para todas as almas; mas, preciso se faz nos voltemos para o seu solo virgem e exuberante a construir-lhe as bases com os nossos sacrifícios e devotamentos. Ali encontrareis, nos carreiros aspérrimos da dor que depura e santifica, a porta estreita para o céu de que nos fala Jesus nas suas lições divinas. Aprendereis, no livro dos padecimentos salvadores, a gravar na consciência os sagrados parágrafos da virtude e do amor, na epopéia de luz da solidariedade, na expiação e no sofrimento. Sabei que todas as aquisições da filosofia e da ciência terrestres são flores sem perfume, ou luzes sem calor e sem vida, quando não se tocam das claridades do sentimento. Aqueles de vós que desejarem o supremo caminho venham para a nossa oficina de amor, de humildade e redenção.
 
E aí, nas estradas escuras e tristes da angústia espiritual, viu-se, então, que falanges imensas, ansiosas e extasiadas, avançavam com fervorosa coragem para as clareiras abertas naquela mansão de dor e de sombras. Todos queriam, no seu testemunho de agradecimento, beijar a bandeira sacrossanta do mensageiro divino. O seu emblema —Deus, Cristo e Caridade — refulgia agora nas penumbras, iluminando todas as coisas e clarificando todos os caminhos. As esperanças reunidas, daqueles seres infortunados e sofredores, faziam a vibração de luz que então aclarava todas as sendas e abria todos os
entendimentos para a compreensão das finalidades, das determinações sublimes do Alto.
 
Essas entidades evolvidas pela ciência, mas pobres de humildade e de amor, ouviram os apelos de Ismael e vieram construir as bases da terra do Cruzeiro. Foram elas que abriram os caminhos da terra virgem, sustentando nos ombros feridos o peso de todos os trabalhos. Nesse filão de claridades interiores, buscaram as pérolas da humildade e do sentimento com que se apresentaram mais tarde a Jesus, no dia, que lhes raiou, de redenção e de glória. Foi por isso que os negros do Brasil se incorporaram à raça nova, constituindo um dos baluartes da nacionalidade, em todos os tempos. Com as suas abnegações santificantes e os seus prantos abençoados, fizeram brotar as alvoradas do trabalho, depois das noites primitivas. Na Pátria do Evangelho têm eles sido estadistas, médicos, artistas, poetas e escritores, representando as personalidades mais eminentes. Em nenhuma outra parte do planeta alcançaram, ainda, a elevada e justa posição que lhes compete junto das outras raças do orbe, como acontece no Brasil, onde vivem nos ambientes da mais pura fraternidade. Ê que o Senhor lhes assinalou o papel na formação da terra do Evangelho e foi por esse motivo que eles deram, desde o princípio de sua localização no país, os mais extraordinários exemplos de sacrifício à raça branca. Todos os grandes sentimentos que nobilitam as almas humanas eles os demonstraram e foi ainda o coração deles, dedicado ao ideal da solidariedade humana, que ensinou aos europeus a lição do trabalho e da obediência, na comuna fraterna dos Palmares, onde não havia nem ricos nem pobres e onde resistiram com o seu esforço e a sua perseverança, por mais de setenta anos, escrevendo, com a morte pela liberdade, o mais belo poema dos seus martírios nas terras americanas.
 
Por toda parte, no país, há um ensinamento caricioso do seu resignado heroísmo, efoi por essa razão que a terra brasileira soube reconhecer-lhes as abnegações santificadas, incorporando-os definitivamente à grande família, de cuja direção muitas vezes participam, sem jamais se esquecer o Brasil de que os seus maiores filhos se criaram para a grandeza da pátria, no generoso seio africano.

Capítulo do Livro, Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho, obra psicografada pelo médium Chico Xavier através do espírito do grande poeta Humberto de Campos

domingo, 23 de março de 2014

Para a eterna, única e verdadeira Fulô... De seu eterno Tião...♥Bee Gees - tradução - Don't Forget to Remember...♥

Livraria Espirita e Itinerante Chico Xavier

Estive hoje no município de Uruóca - CE, fazendo uma visita e tentando agendar a vinda da mesma à Coreaú. Com agenda lotada, indo próxima semana para Martinópolis, depois Granja, Jijoca e Acarú, vai ficar quase impossível. Mas a providência divina tudo fará se necessário for para que a Luz do Cristo nas letras da doutrina espírita venha até nossa Coreaú


 Livraria Itinerante Chico Xavier - Em Uruóca - Ce. 23.03.2014 Montada em um ônibus Volvo B-58
  Livraria Itinerante Chico Xavier - Em Uruóca - Ce. 23.03.2014 Montada em um ônibus Volvo B-58
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  Livraria Itinerante Chico Xavier - Em Uruóca - Ce. 23.03.2014 Montada em um ônibus Volvo B-58

sexta-feira, 21 de março de 2014

domingo, 16 de março de 2014

Eternas lembranças...

E mesmo diante de tantas emoções, boas e também não tão boas, nos últimos dias Tião não esquecera um só minuto de sua única, verdadeira e eterna Fulô.

Está lá, no livro do apóstolo Mateus, capitulo dezenove, versículo quatorze...

E não vou transcrever o mesmo... Deixo o para que interprete através das fotos logo abaixo...

Pois bem: Sexta-feira, dia quatorze de março de 2013. Quatro horas da manhã. Deitadas ao relento, juntinhas de sua mãe, sem nenhuma proteção...

Diante do grande universo de traseuntes, uns poucos apenas dentre eles este humilde escriba mor sucupirano para para para indagar da situação...

Não que ande com o coração amolecido agora depois de velho não. Sempre me incomodou cenas em que o ser humano é maltratado. Se há criancinhas no enrredo minha indignação vai às alturas...

Uma mae lá do sul do estado do Ceará foi trazida à capital para uma audiência na vara de família para tratar de pensão alimentícia. Fora deixada ao léu pela viatura da prefeitura daquele município.

Terminada a referida audiência e sem o transporte que lhe trouxera à capital a mesma sem ter como se virar veio parar no terminal rodoviário engenheiro João Tomé.

Estava lá plantada há dias. E empresa de transporte coletivo para a localidade onde residem até já tinha se prestado a levá-los gratuitamente, mas a burrocracia estatal através do Conselho Tutelar impediram argumentando está a referida mãe com documentação irregular.

Se assim estava por que não procederam de outra maneira? Se desconfiavam que a senhora não era a mãe verdadeira das criancinhas por que não condiziram a local apropriado para lavração dos atos legais?

E assim impedindo apenas a maezinha de retornar ao seu lugar de origem patrocinaram estes dias de sofrimento aqueles três seres filhos de Deus.

Gente insensível...

Discretamente um filho de Deus coloca nas mãos daquela guerreira mãe, sessenta dinheiros para que a mesma bancasse retorno à sua terra natal através de transporte alternativo, uma vez que este (transporte) não exigia documentação que comprovasse a maternidade dos mesmos.

Tomara que a mesma e sua prole indefesa já esteja conforto de seu lá. Por mais espartano que seja é sem dúvidas muito mais confortável que aquele chão de granito gélido.

E que Deus seja proteção para eles. Por todo o sempre...

Tenho dito...


Criancinhas dormindo no chão da Rodoviária João Tomé
Fotos: Manepa Sucupirano




quarta-feira, 12 de março de 2014

Turbulência...

E Tião morrendo de saudades de Fulô... Onde estás, ó Fulô, eterna, única e verdadeira?

sexta-feira, 7 de março de 2014

Oito de março: Dia Internacional do Mulher -

Para a Eterna Fulô, 
guerreira, forte, bela, sensível, carinhosa, amável que tão mal tratada fora por insensível jardinheiro... 

...os votos do mais puro, único, verdadeiro e eterno amor...

De seu eterno... Sempre eterno...

Tião!!!






terça-feira, 4 de março de 2014

Para a eterna Fulô... De Tião seu eterno... Guarde o seu amor só para mim - Juanita e Richard

Da série: Dimensão...

O amor de Tião por fulô pode ser medido sim senhô... Começa onde tem início a linha do horizonte... E termina na outra ponta da linha...