Vejam a velocidade com que os governos levam nosso suado dinheirim...

domingo, 6 de abril de 2014

Da série: Reminiscências...

Contando no tempo um pretérito de mais de mil e duzentas luas, Tião e Fulô acalentaram sonhos de vida a dois, os mais calorosos e cheio de amor que se possa imaginar...

Jovens e imprudentes, ele principalmente movido por sentimente de orgulho e insegurança num lapso de atitude dos fracos, interrompera este belo sonho a dois para acordar pouco tempo depois num pesadelo que o acompanharia por todo o porvir...

Isso mesmo... Tião, o fraco e orgulhoso ao mesmo tempo, tal qual suicida que acorda em pesadelo maior quando pensa em acabar com o problema ao dar cabo da vida, se dera conta que melhor um spartano com uma Fulô do que um abastardo solitário... E assim a tormenta dos dias vindouros se apresenta ao coração arrependido...

Num relance tentara a todo custo reparar aquele ato impensado... Mas... Eu disse: Mas... O destino cruel que o próprio Tião outrora ajudara a escrever conspirara de tal forma contra ele, sua amada e a força que os unia, a tal ponto de todas as tentativas se tornarem infrutíferas tal qual semente jogada em sólo árido e infértil.

Janeiros e mais janeiros se passaram... E continuam a passar... Paralelamente a isso, o amor eterno, único, verdadeiro e incondicional floresce mais e mais como nunca imaginara ele...

E por que não voltam então? Dirá o romantico ou curioso leitor desta novela à lá Yuri Jivago e Lara Antipov tupiniquinis. 

Estarim por trás deste impedimento as famílias Montecchio e Capuletos da era moderna...

Nada disso, amado, estimado, idolatrado e tantos outros ... ados leitor destas apaixonadas linhas... Muito pelo contrário. A união dos dois até fora alinhavada (quando os dois ainda crianças puras) por genitoras cumadres... 

Mas não... Quase decaído Tião vive a rememorar os momentos doutrora... O caminho de volta quado se despedia da rubra fulô, nos tantos finais de semanas juntos em local aprazível...

Lembra da ansiedade para a chegada do dia de novamente ai aos céus... Isso mesmo, se encontrar com Fulô era está pertinho do céu...

Tantos... tantos... e tantos momentos bons... furtivamente subtraídos destes dois eternos apaixonados que aguardam as bênçãos de Aphrodítē...

Enquanto isso eles se amam... Da maneira mais completa que se possa imaginar: Em sonho... quando seus corpos adormecem e suas almas se entregam à aquilo que os transformam em almas gêmeas...

Tiâo...



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